O BEIJO DE BRUNO HENRIQUE

 

O BEIJO DE BRUNO HENRIQUE

Encerrado o casamento o Padre anuncia que o Noivo pode Beijar a Noiva, como forma de selar o matrimônio e agradecimento entre os nubentes por terem consolidada a união, bem como, para fortalecer vínculos afetivos.

O beijo poderá gerar reações físicas e mentais em quem beija e a quem é beijado, e, não deveria gerar reações a terceiro que assiste. Cada um tem sua vez e seu momento de beijar e ser beijado.

No dia 12 de fevereiro de 2025, no jogo de Flamengo e Botafogo, quando do Apito final da partida pelo arbitro Bruno Mota Correia, a Bola foi parar nas mãos de Bruno Henrique jogador do Flamengo, que na certeza de ter selado a vitória de 1 X 0, agradeceu com um Beijo na Bola.

O que era para ser um ato de agradecimento de Bruno Henrique, foi interpretado como provocação pelo zagueiro do Botafogo Barboza o que causou uma pancadaria generalizada no gramado do Maracanã.

É certo que não podemos comparar uma partida de futebol ao casamento, no entanto, o beijo na Bola do Jogo ao final de uma partida, ou mesmo durante o jogo, na comemoração de um gol, antes da cobrança de uma falta ou de um pênalti é uma coisa normal, não podendo ser interpretado como provocação ao adversário.

Acho que a Filematologia deva fazer um estudo sobre o Beijo de Bruno Henrique na Bola, ao final do jogo Flamengo e Botafogo, eis que, provocou reações físicas e mentais a terceiro estranho a relação afetiva (BRUNO E BOLA), já que não era a vez de Barboza beijar e nem ser beijado. BATISTA ADVOGADO É FLAMENGUISTA!

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