Postagens

Mostrando postagens de março, 2025

A POLÍTICA SEBOSA BRASILEIRA

  A POLÍTICA SEBOSA BRASILEIRA TEM O POVO GUARDADO EM SUA MÃO   Não existe mais a democracia Ninguém pode escolher em quem votar Pois o povo é em cima pra comprar O direito de usar cidadania É aí que a imundice se inicia Alastrando toda a federação Mas a culpa é só da população Que não soube votar a vida inteira A POLITICA SEBOSA BRASILEIRA TEM O POVO GUARDADO EM SUA MÃO   Quando chega o período de votar O político ruim fica faceiro O Estado se enche de dinheiro Ajudando a quem dele precisar E o governo começa a maquiar Segurança, saúde e educação E com toda a sua argumentação É capaz de lograr muita besteira A POLITICA SEBOSA BRASILEIRA TEM O POVO GUARDADO EM SUA MÃO   É bandido quem rouba um salário Ou apenas um pedaço de pão Quem devia ter nome de ladrão Dar desfalques enormes no erário Mas o povo parece ver contrário Ou não leu sobre a constituição E o poder que emana da nação Foi jogado pra long...

SORTE PARA OS SEM SORTES

A SORTE! Embalando a juventude nos anos 70, por volta de 1977, Zé Rodrix cantava a música “Quando Será”, dizendo que ele “foi garçom, chofer de táxis e marinheiro” tinha “muito samba, muita bola pouca escola”, concluindo, que o dia da sua sorte chegava antes da morte. Na mesma época, Fernando Mendes cantava o oposto de Zé Rodrix, dizendo que toda sorte tem quem acredita nela. Segundo Fernando Mendes a sorte é irmã e não adianta esperar sentado sem sair do lugar, bem como, ir à igreja rezar e fazer tudo errado, tem que despertar para vida respeitando as regras do criador que não lhe cobra nada pela luz da manhã. Uma cidade onde os poderosos vão a igreja rezam e fazem tudo errado, não respeitam um semáforo vermelho, fraudam as licitações, se apropriam ilegalmente da coisa pública, não investem na saúde, na educação e nem na segurança, os cidadãos menos favorecidos vivem a própria sorte sem perspectiva de futuro. Na sociedade onde a maioria esmagadora dos munícipes dependem do Poder Púb...

APESAR DE VOCÊ

APESAR DE VOCÊ: O hino de Chico Buarque que a ditadura censurou após levar drible do poeta Por William Helal Filho 07/05/2021 • 16:17   Chico Buarque no dia em que retornou ao Brasil após exílio na Itália, em 1970 | Foto de arquivo/Agência O GLOBO "Apesar de você" foi um gol com direito a drible no goleiro. Lançada no finzinho de 1970, após ser aprovada pela censura do governo militar, o samba de Chico Buarque vinha sendo tocado nas rádios e cantado por artistas como Clara Nunes e Elizeth Cardoso. Em três meses, foram mais de cem mil compactos vendidos. Até que, em fevereiro de 1971, o jornalista Sebastião Nery, da "Tribuna da imprensa", escreveu que seu filho e os colegas ouviam a música como se fosse o Hino Nacional. Sem querer, ele tinha dado a deixa pra tudo começar a desandar. Chico Buarque: Leia uma entrevista de 1979 com o cantor, na íntegra Muita gente, como a própria Clara Nunes, achava que a música tratava de algum relacionamento infeliz do poeta. Certamen...